Precisamos mesmo sair da zona de conforto?

October 24, 2018

É comum ouvirmos muitas advertências para que modifiquemos nossa personalidade, mas talvez possamos lidar melhor com ela para que o equilíbrio seja nossa fortaleza.

A fim de preservar seus empregos e preocupados com o encarreiramento, muitos profissionais procuram seguir um conselho bastante difundido em ambientes organizacionais: “É preciso que você saia da sua zona de conforto!”, dizem por aí.

 

Com isso, os profissionais procuram investir no autodesenvolvimento, lapidar seu perfil comportamental/técnico e ousam enfrentar novos desafios para revigorar a carreira.

Principalmente em momentos de crise, é comum notar esse comportamento. Vivemos tempos em que o preparo, o conhecimento e a performance são fatores cada vez mais exigidos e aumentam exponencialmente nosso nível de autocobrança. 


Todavia, gostaria de enveredar por outro caminho e mostrar um prisma talvez deixado de lado por conta desse afã pelo desempenho superior. A reflexão que trago sobre a zona de conforto é que se trata de um “local” onde transitamos com segurança, tranquilidade e comodidade. Qual o problema se estamos aproveitando nossos potenciais? Todos temos inclinações que se apresentam com espontaneidade e competências que naturalmente despontam. Então, por que não seguirmos esses sensos que podem potencializar nossas ações? 

 

É comum ouvirmos muitas advertências para que modifiquemos nossa personalidade, mas talvez possamos lidar melhor com ela para que o equilíbrio seja nossa fortaleza. Carl Gustav Jung, um dos precursores da psicologia profunda analítica, alerta que o temperamento é algo dificilmente mutável, mas a personalidade pode ser moldada em alguns aspectos com o passar do tempo. 

 

Conceitos como extroversão e introversão, popularizados por este psicólogo, falam de atitudes primordiais diante do mundo. Outras funções, tais como pensamento, sentimento, sensação, intuição, percepção e julgamento, também são elementos muito utilizados em vários testes psicológicos atualmente aplicados e constituem toda uma miríade de tipos psicológicos. 

 

No meu ponto de vista, o importante é que tenhamos uma boa autopercepção e que possamos investir no trabalho incessante de autoavaliação. Todas as habilidades intrapsíquicas, ou seja, que cultivamos intimamente, são fundamentais para iniciar a transformação que almejamos, antes mesmo de sairmos de nossa “zona de conforto”. 

 

Fonte:

http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/precisamos-mesmo-sair-da-zona-de-conforto/126790/

 

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

Posts Recentes

November 4, 2019

November 4, 2019

November 4, 2019

November 4, 2019

November 1, 2019

Please reload

Arquivo
Please reload

Procurar por tags
Please reload

Siga 
  • LinkedIn Social Icon
  • Facebook Basic Square

Apoiamos Profissionais Táticos e Executivos com coaching nas fases de crescimento, transição e mudança de carreira, fornecendo as ferramentas metodológicas, comportamentais e culturais para maximizar extremamente as possibilidades de sucesso.

IBRA Outplacement. Todos os Direitos Reservados.

Contatos

Telefone Geral: (31) 3018-2333

Whatsapp Business      (31) 3018-2333